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Conheçam a família Climate em The Sims 4 Estações

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Conheçam a família Climate em The Sims 4 Estações

A família Climate traz um novo nível de drama para as Estações em The Sims 4

Olá, fã de The Sims! Estamos muito felizes por finalmente podermos anunciar o The Sims™ 4 Pacote de Expansão Estações.* Ele não só é um favorito dos fãs e o segundo mais pedido depois do The Sims 4 Gatos e Cães,* como também é um favorito de muitos de nós aqui da equipe. O The Sims 2: Quatro Estações foi o terceiro pacote que fiz na minha carreira e sempre foi muito especial para mim.

Um pacote tão impressionante quanto o The Sims 4 Estações requer um raciocínio criativo. É um pacote essencial, que ajuda os jogadores a contar histórias enquanto o clima, os feriados e as estações afetam a vida diária dos Sims. Falando em histórias, nas próximas semanas, vamos apresentar a vocês a família Climate e compartilhar um ano da vida deles. Estão curiosos em relação ao nome deles? Dizem que Climate é um nome muito tradicional em San Myshuno. Quem diria?

Os Climates são uma família típica. Janine Climate, também conhecida como Mãe, adora se agasalhar, e é por isso que a chegada do outono e de climas mais frios é sua época preferida do ano, e também onde iniciaremos a nossa história. Vai, Mãe!

Arthur Climate, também conhecido como Pai, adora o clima mais fresco e a chuva, então vamos iniciar a história dele na primavera. Com a partida da neve, não estamos mais limitados a atividades dentro de casa por conta do frio. Um novo dia, uma nova forma de aproveitar o ar livre!

Summer Climate adora… Quer adivinhar? Se você disse ‘verão’, acertou. Com um cabelo ruivo que combina com o sol, ninguém sabe se ela vai se rebelar ou ficar deitada perto da piscina durante toda a estação. Fiquem ligados!

Finalmente, o inverno. Não podemos dizer muito sobre o inverno, exceto que talvez possa trazer alguns parentes inesperados. Esta apresentação não vai estragar nenhuma surpresa.

Nós vamos mostrar a vocês um ano na vida dessa família, com muitos itens do pacote, mas isso não está limitado ao The Sims 4 Estações. Você vai conhecer mais personagens, recursos e elementos de todo o catálogo do The Sims 4. Queremos mostrar a você o quanto as Estações melhoram o The Sims 4 e por que achamos que essa é uma das melhores experiências que já criamos.

Esperamos que vocês participem conosco durante um ano da vida dos Climates e adoraríamos ver vocês criando suas próprias histórias! Os personagens estarão disponíveis na Galeria e será necessário ter o The Sims 4 Estações para jogar com eles. Depois disso, como sempre, a história é sua. Você vai mudar a história, colocar umas reviravoltas ou mudar completamente os Climates?

Conheça a família Climate

Parte 1: Mordidas de Amor

Falta uma semana para o Festival da Colheita…

A Janine tem coisas demais para fazer. Com o Festival da Colheita se aproximando, o tempo restante para agradecer corretamente está acabando rápido. A família tirou férias durante o verão e se divertiu muito, mas agora a sua lista de afazeres é maior do que um campeão de vendas.

Ela beberica sua xícara de chocolate quente. O frio no ar significa que está na hora do seu petisco preferido. O rico aroma do chocolate enche o cômodo. Essa é a sua época preferida do ano.

No topo de sua lista? Convidar Vladislaus Straud, primo de seu marido, Arthur para uma visita. Na última vez em que conversaram, alguma coisa parecia… estranha. Então, depois de algumas semanas sem atender às ligações dele, Janine finalmente atendeu ao telefone e o convidou para uma visita no Festival da Colheita. Ela precisava mesmo de ajuda. O peru não ia assar sozinho.

Nuvens escuras se aproximam. Que estranho. Fez sol o dia todo.

“Arthur, você pode juntar as folhas lá fora antes que a chuva chegue?”, Janine pergunta.

Seu marido gentil e meio bobo interrompe sua culinária experimental na cozinha.

“Ah, é claro, querida!”

Arthur chama a Summer, que obviamente reclama. Uma típica adolescente. Os dois começam enquanto a Janine continua avançando em sua lista de afazeres.

As coisas vão se complicar no Dia da Colheita. Não resta dúvida. Haverá uma refeição grandiosa, as tradições da família… e o Vlad. Argh, o Vlad. Um eterno solteirão, Vlad pediu à Janine e ao Arthur que encontrassem para ele uma “mulher saudável” e “bem servida”, seja lá o que isso signifique. O pedido pareceu estranhamente específico. O que é que esse pessoal de Forgotten Hollow faz mesmo?

Janine marca alguns dias no calendário:

  • A chegada do Vlad
  • Reserva para jantar em um restaurante local
  • O Dia da Colheita
  • O grande dia

“Ei, Arthur, você vai recolher essas folhas ou vai só espalhá-las pelo quintal?”

Ela sorri para o marido encharcado. Tantas coisas para fazer.

Dois dias até o Festival da Colheita…

“Ah, é tão bom receber você, Vlad”, diz Janine ao seu primo (por casamento).

“Não precisa ser tão sarcástica, querida”, Arthur sussurra em seu ouvido.

Aparentemente incapaz de reconhecer experiências humanas normais, Vlad não percebe a entonação dela.

“Sim, sim”, diz Vlad. “Sobre o meu par. Vocês encontraram uma mulher saborosa para mim?”

“Nós não as chamamos assim aqui em Willow Creek”, diz Janine. “Mas a resposta é sim. Minha colega, a Beth, vai nos encontrar no restaurante.”

“Sensacional”, diz Vlad. “Vejo que vocês andam comendo bem.”

Artur tosse de forma desajeitada e sai da sala junto com Janine. Summer puxa a mãe de lado e pergunta o que está acontecendo, mas Janine encerra o assunto e manda ela se arrumar, pois logo vão sair para jantar.

Janine, Arthur, Summer e Vlad encontram Beth, que está esperando no restaurante. Vlad ignora completamente o menu e começa imediatamente a conversar com Beth.

“Não é estranho como ele fica perguntando sobre a dieta dela?”, Janine pergunta a Arthur. “Quem se importa se ela só come alimentos orgânicos?”

“Talvez ele se preocupe com assuntos de saúde”, Arthur responde.

Janine cutuca o marido, fazendo-o tossir em sua comida. “Ele acabou de perguntar qual é o tipo sanguíneo dela. Isso é estranho!”

“Ele não disse que estava pensando em fazer medicina?”, Arthur pergunta, com um tom de voz indicando que ele está começando a achar tudo suspeito.

O jantar prossegue e termina sem grandes incidentes, embora Vlad apenas prove um coquetel e faça um comentário estranho, dizendo que vai “comer mais tarde”.

Arthur paga a conta e todos vão para a porta. Beth logo diz que adoraria comparecer à refeição grandiosa do Dia da Colheita. Um pouco chocada por ela ter se convidado tão abertamente, Janine, Arthur e Summer concordam.

“É claro”, diz Janine. “O que poderia acontecer de ruim?”

Dia da Colheita…

Por fim, o grande dia chegou, de várias formas. Summer, reconhecendo que sua mãe está cansada e como é irritante ter o Vlad por perto, decide ajudar arrumando a mesa para a refeição grandiosa. Quando os deliciosos aromas da cozinha chegam à sala de jantar, a campainha toca.

Em dois segundos, Vlad chega à porta. “Eu atendo!”, ele grita para a a família, que já desistiu de tentar entender seu estranho comportamento.

“É a Beth!”, ele exclama.

“Nós sabemos”, a família responde em uníssono.

“Nós vamos dar um passeio, certo?”, ele grita.

Antes que Janine possa dizer que a refeição grandiosa está pronta para ser devorada, ele desaparece, com sua companheira do tipo O-positivo.

“Ele não pode mais voltar aqui”, diz Janine discretamente, enquanto observa os pombinhos no jardim.

“Eu concordo”, diz Arthur.

“Ainda bem que você deu um jeito naquelas folhas. O quintal está muito bonito.”

Mas assim que diz isso, ela se arrepende. Vlad e Beth desaparecem, rolando na pilha de folhas e arruinando o apetite de todos.

“O que está acontecendo lá fora”, Summer pergunta.

Nada!”, gritam seus pais, ao mesmo tempo.

“Vamos comer”, diz Janine.

Na mesa, Janine, Arthur e Summer iniciam sua deliciosa refeição.

“Summer, queremos lhe dizer uma coisa”, Janine começa. “Queremos que você saiba que somos gratos por termos você. Pela nossa família. Mas temos uma surpresa.”

“O Vlad não vai se mudar para cá, vai?”

“Não”, respondem seus pais, em uníssono.

“Mas outra pessoa vai”, diz Janine. “Você vai ganhar um irmãozinho. Eu estou grávida.”

Pela primeira vez, Summer não tem uma resposta sarcástica ou engraçadinha. Ela para, pensando nas palavras da mãe. Ela olha para os pais sorridentes. Um momento tão bonito.

“O que eu perdi?”, Vlad pergunta, entrando de repente.

“NADA”, respondem todos. Eles sorriem por causa de seu segredo, mesmo sabendo que não continuará sendo um segredo por muito tempo.

“A Beth teve que ir embora”, diz Vlad. “Que pescoço bonito. Digo, que mulher bonita.”

“Aham”, responde Arthur. “Quer um pouco de peru, Vlad?”

“Não, obrigado”, Vlad responde. “Acabei de comer.”

Parte Dois – Férias de Inverno

A Manhã do Festival de Inverno

Da varanda, Nicolas Climate viu a grande capa de neve branquinha em seu quintal. Sua irmã mais velha, Summer, estava no andar de cima, falando ao telefone. Sua mãe, Janine, estava tirando uma soneca merecida após preparar tudo para o Festival de Inverno. E seu pai, Arthur, estava completamente distraído decorando a Árvore de Fim de Ano.

Ninguém estava vendo. Era hora de agir.

Nicolas saiu em disparada da varanda, o que significa que ele desceu vagarosamente as escadas com seus passos incertos de bebê. Quando já estava na neve, ouvindo o estalos sob suas botas, sua respiração visível no ar frio, ele começou a correr na direção do barracão. Ele tinha certeza de que os presentes estavam escondidos ali.

Vinte metros do barracão. A distância ia diminuindo e a porta ia ficando maior enquanto ele se aproximava.

Dez metros do barracão. Suas perninhas se moviam velozes, enquanto ele se aproximava do prêmio. Estava tão perto.

Cinco metros do barracão. Ele já podia imaginar o rangido da porta de madeira quando a abrisse, revelando uma montanha de presentes só para ele. Nenhuma embalagem estava segura. Ele ia abrir todas elas.

Só mais alguns passos. . .

“O que você pensa que está fazendo, pequenino?”, Arthur perguntou, pegando-o no colo. “Não tem nada para você no barracão, carinha.”

Droga! Pego em flagrante! Pelo chefão. O líder do bando. O papai.

Nicolas ria enquanto seu pai o balançava pelo ar, brincando. Não é que ele quisesse mesmo encontrar os presentes, mas a emoção do perigo era tentadora demais para resistir. Afinal, ele nunca podia entrar no barracão. Ele sabia que existiam segredos lá dentro.

O pai do Nicolas o colocou no chão para que eles pudessem brincar na neve. Jogando a neve fofa e branquinha para o alto, rindo e quase sem fôlego de tanta diversão. Eles estavam tão entretidos que não perceberam que começou a nevar de novo. Não notaram a temperatura gélida e o vento do inverno.

E também não notaram a enorme bola de neve que veio voando pelo ar e atingiu em cheio o rosto do papai.

TUM! Summer sabia que não devia jogar uma bola de neve perfeitamente formada no bebê da família. Além disso, acertar o papai não tinha preço. Nicolas mal podia acreditar em seus olhos.

Arthur tirou a neve do rosto e se abaixou imediatamente para pegar uma bola de neve e atirá-la na Summer, que estava rindo, atrás do canto da casa.

“Você pensa que é engraçadinha, né?”, provocou Arthur. “Eu inventei as bolas de neve!”

“Você vai inventar a gripe, se não entrar imediatamente!”

Janine estava na varanda, desperta após sua soneca, preocupada porque seu bebê estava lá fora há muito tempo.

“Ah, MmmmmmÃÃÃÃe!”, choramingaram as três crianças, ao mesmo tempo. A sinfonia de reclamações foi como música para os ouvidos da Janine.

“Ah, por mim tudo bem, se vocês não quiserem os presentes.”

Ela se virou e voltou para dentro. As crianças batem os pés, furiosas.

A Noite do Festival de Inverno

“A cidade fica tão bonita coberta de neve”, disse Janine, esperando em frente ao apartamento de sua amiga, em San Myshuno.

“Eu nunca me canso do Festival de Inverno. É o meu feriado favorito!”, complementou Arthur.

Os Climates andaram em direção ao paraíso de inverno de San Myshuno. Ele estava repleto de lanternas festivas, bonecos de neve, chocolate quente e famílias quentinhas vestindo botas e cachecóis.

As crianças correram até a Árvore de Fim de Ano, enfeitada com uma pilha gloriosa de presentes.

“Só depois do jantar”, explicou o Arthur, parecendo tão desapontado quanto as crianças.

Uma refeição grandiosa foi servida, com um pernil delicioso como o que eles comeram no Festival da Colheita. Era a primeira refeição grandiosa do Nicolas e ele adorou cada detalhe do feriado.

“Certo, agora que já terminamos o jantar. . .” começou Janine.

Justamente nesse momento, o Papai Inverno, com seu traje ridículo completo, deu um presente ao pequeno Nicolas. Todos riram, correram para a árvore e começaram a abrir os presentes.

Plim! Plim!

Janine pigarreou e chama a atenção de todos. “Foi um ótimo ano para nós, com o nascimento do pequeno Nicolas”. A família Smith sorriu e aplaudiu.

“Summer, você realmente tem nos ajudado muito, e gostaríamos de agradecer. Eu e o Arthur queremos levar você para algum lugar divertido no Fim de Ano, já que você odeia o frio. Também achamos que seria divertido, além de desafiador, dar ao Nicolas um gostinho do mundo. Então. . .”

Sem conseguir guardar a surpresa por mais tempo, Arthur declarou, “Nós vamos viajar para Selvadorada!”.
Summer aplaudiu e gritou, enquanto Nicolas observava curiosamente sua empolgação.

Alguns Dias Depois, em Selvadorada

“E tem templos e danças e comida picante e dizem que tem uma maldição e a selva está cheia de mistérios e…”

“Pai, respira!”, disse Summer. “Fique numa boa, pelo menos desta vez.”

“Olha só este lugar, querida!”, disse Arthur, que fez questão de comprar um chapéu ridículo que atraiu olhares incrédulos dos habitantes locais, da Summer, da Janine e até do Nicolas.

Mas uma coisa era verdade – era quente em Selvadorada, mesmo durante os meses do inverno.

Havia tanta coisa para fazer que a Janine e o Arthur sabiam que teriam que se separar para dar conta de tudo.

“Eu levo o Nicolas ao mercado”, ofereceu Arthur.

“Tomem cuidado, vocês dois”, disse Janine.

“Não se preocupe!”, gritou Arthur. “Vamos só comprar um facão e ver se encontramos algumas cobras ou algo assim.” Ele já tinha ido embora antes que ela pudesse protestar.

“Vamos nadar?”, perguntou Janine.

Summer ficou animada com a ideia de finalmente fazer algo divertido. “Achei que você nunca fosse perguntar.”

As duas calçaram botas e caminharam pela trilha, parando para pegar algumas bugigangas em alguns locais de escavação, tirando selfies na frente das ruínas e curtindo a paisagem em uma ponte de corda perigosamente precária.

“Acho que o pessoal daqui não liga muito para as normas de segurança”, disse Janine, ao sair da ponte balançante.

Por fim, elas chegaram a uma piscina antiga e majestosa, deixada por uma civilização há muito esquecida. As duas pularam na água para escapar do sol quente da selva. Quando tudo parecia perfeito, uma chuva torrencial começou a cair.

“Argh!”, gritou Janine. “Que maldição, voamos até aqui para curtir um inverno quente… Na chuva!”

Summer, quieta, nadava na piscina, com um enorme sorriso no rosto. “Eu não sei, mãe. Se isso é uma maldição, eu aceito!”

Parte Três – Na Toca do Coelho

Inspire. Expire. Inspire. Expire.

Arthur trocou de pose, sentindo a dificuldade cada vez maior das posturas. A chuva lenta e constante acalma seus nervos, tranquilizando sua mente String Id (Platforms): 93021153 (PC) String Id (Platforms): 93021153 (PC) e mascarando o barulho de seus puns quando ele se estica desconfortavelmente.

Os olhos do Arthur se movem para todo lado, conferindo se sua esposa não o ouviu. Ela jamais o perdoaria por isso. A Summer também iria zombar dele sem piedade. O Nicolas iria imitá-lo, consolidando sua gafe na yoga para sempre. Confiante de que a costa estava limpa, Arthur expirou mais uma vez a fim de finalizar seu exercício. Ele saiu do gazebo e ficou sob a chuva.

Arthur adorava a chuva. O cheiro, o som que ela faz ao bater no telhado, a forma como ela traz vida ao solo.

“Está filosofando demais, Art”, ele disse em voz alta para si mesmo.

Ele examinou as plantas de seu jardim e se certificou de que a chuva estava enchendo o solo com nutrientes vitais. Ele deu mais uma olhada rápida pelo quintal, ficando cada vez mais encharcado, e acabou debaixo de sua macieira preferida.

“Querido, você não vai entrar?”, gritou Janine, da varanda. “Está chovendo muito aí fora!”

“Sim, já estou indo!”, respondeu o Arthur.

Ainda se sentindo um pouco Zen após a yoga, Arthur alongou os braços e olhou para o céu. Eu poderia tomar um banho bem aqui, ele pensou.

Crac. Crac. Bum!

O relâmpago atingiu o Arthur, tirando-lhe o fôlego. Sua visão escureceu. As trevas se aproximavam. Arthur resmungou na direção da varanda, dizendo à Janine que ainda levaria alguns minutos.

Seus olhos se fecharam.

Algum Tempo Depois

Arthur acordou, mas descobriu que não estava em seu jardim, mas em um lugar completamente diferente. A chuva havia parado e o sol estava brilhando. Havia flores brotando por toda parte e o vento havia desaparecido.

O mundo parecia esquisito. Com certeza, alguma coisa estava estranha.

“Onde estou?”, Arthur perguntou, em voz alta.

Ele ouviu um farfalhar por perto e virou-se rapidamente naquela direção.

“Olá, querido Arthur!”, exclamou um coelho gigante, do tamanho de um Sim.

Sua voz era esganiçada e suas orelhas eram muito compridas. Ele usava um traje antiquado e colorido, balançando para a frente e para trás sobre os pés.

“Haha, meu amigo! Eu disse olá,” repetiu o coelho. “Venha. Você precisa encontrar os meus ovos!”

Arthur se levantou lentamente, coçou a cabeça e procurou alguém que pudesse explicar o que estava acontecendo.

“Seus ovos?”, ele perguntou.

“Exatamente!”, respondeu o coelhinho.

Ele saiu caminhando na direção oposta, com um gingado engraçado. Arthur o seguiu, devagar a princípio e depois ganhando velocidade, conforme seus sentidos retornavam.

“Tem um ali!”, gritou o coelhinho. Arthur se inclinou para examinar o local e encontrou um ovo. Ele o guardou no bolso e seguiu o coelho, que começou rapidamente a se mover de novo.

“Ali tem outro! Nossa, cara!”

Isso continuou por algum tempo. O coelhinho apontava para um ovo, o Arthur o pegava, e então o coelho jogava pétalas de flores para o ar.

Até que eles chegaram ao fim do quintal. O coelhinho parou de repente, virou e perguntou quantos ovos eles tinham. Ao colocar a mão no bolso, Arthur caiu no chão. A escuridão se aproximou de seus olhos de novo. Tudo o que existia no mundo, incluindo o coelhinho, desapareceu.

Algum Tempo Mais Tarde Ainda

“Papai? Pai? Está me ouvindo?”, perguntou a Summer.

Ela estava sobre ele, a alguns centímetros de seu rosto. Arthur estalava com uma energia estranha e uma sensação de tontura, enquanto olhava para sua filha preocupada.

“Cadê o coelhinho?”, perguntou o Arthur.

Summer olhou para sua mãe. As duas se encararam.

“Não existe coelhinho”, disse a Janine.

Ela estava segurando o Nicolas que chorava ao ver o pai no chão.

“Estou bem, carinha. Está tudo bem”, disse o Arthur, levantando-se.

“O que aconteceu aqui?”, perguntou a Summer.

Arthur passou a mão pelos cabelos e contou sobre o raio. Ele procurou pelo jardim durante um bom tempo. Ele sabia que o coelhinho era de verdade. Não podia estar imaginando coisas. Então, ele colocou a mão no bolso.

“Acreditam em mim agora?”, perguntou ele, com um ovo na mão.

Esse episódio da Família Climate é oferecido pelo The Sims 4 Pacote de Expansão Estações,* que será lançado em 22 de junho de 2018 para PC e Mac. Esta história também tem conteúdo do The Sims 4, The Sims 4 Vida na Cidade,* The Sims 4 Vida em Família* e The Sims 4 Aventuras na Selva,* todos disponíveis agora para PC e Mac pelo Origin.

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